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Reabilitação de zonas com disponibilidade óssea reduzida

Após a extração dentária, o osso subjacente sofre um processo de reabsorção fisiológica ao longo do tempo. Portanto, quanto mais tempo passa depois da extração, maior a probabilidade de existir uma disponibilidade óssea ideal insuficiente para a reabilitação com implantes dentários, que são instalados no osso.
Em zonas cujos dentes foram perdidos há muito tempo ou por infeção ou trauma, poderá existir a necessidade de abrir mão de procedimentos de regeneração óssea.

Estes poderão ser executados antes da colocação do implante ou simultaneamente com este. O aumento da disponibilidade óssea poderá ser conseguido através do recurso a biomateriais de origem animal processados ou, menos comumente, a tecido ósseo do próprio doente.

As técnicas de regeneração óssea são técnicas altamente seguras e previsíveis.

A sua necessidade, na quase totalidade dos casos, é detetada antes da cirurgia de implantes através da análise de exame imagiológico tridimensional dos maxilares e planeamento individualizado.

Caso clínico 1: à esquerda em cima reconstrução tridimensional de zona sem dentes com falta de osso e diretamente em baixo radiografia de técnica de regeneração óssea guiada vertical com membrana não reabsorvível reforçada com titânio

Caso clínico 2: à esquerda em baixo antes e depois de cicatrização de técnica de regeneração óssea guiada concomitante com a colocação de implante dentário

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